In Memorian (NANDA)
Sorrir. Como se fosse o último dia. Ou o recomeço do fim.
Pois ser feliz é estar em paz em si mesmo.
É sentir saudade.
É mostrar-se, não esconder-se.
É viver e reviver.
Não só na carne, mas na lembrança.
Do que ainda não foi, e que não apaga.
É a falta com a presença.
É o sentir sem ver.
É lembrar e nunca esquecer.
É trazer de volta com alegria.
É relembrar sem tristeza.
Sem rancor, sem ironia.
É citar a nostalgia em verso.
É a poesia sem melancolia.
É o desconcerto do erro
É o advir do carinho.
É de todos nós.
Em vida, em passagem, em eternidade
Onde o espiritual é maior que o físico, é menor que a falta e igual ao amor.

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