“... É, faltam palavras
Meu vocabulário é pobre
Não tenho inspiração, nem criação
Meu sentimento, é forte
Se expressa por intensos gestos, vindos do coração
Posso dizer que nosso amor é honesto
É singelo, puro e discreto
É inviolável e encadeado
É algo mutável, inconstante, sarcástico
É o singular no plural
É o sinônimo do natural
É o particular do essencial
É o cotidiano de cada dia
É nossa simples harmonia
Se encontra em pouca poesia
Se afugenta na despedida
É o quaresmildo e a florzilda
É o ciúme desnecessário
É a distância chata
É o desejo incontrolável
É a química incalculada
É o verso tentado
É o “eu te amo” exagerado
É a música não dançada
É a brincadeira desleixada
É o que muitas vezes não esboço
É o começo que não mostro
Mas seja lá o que for
Ele é só nosso. Somente nosso...”
by Poeta Vagabundo
domingo, 12 de agosto de 2007
sábado, 11 de agosto de 2007
SHE(elvis costello) = tradução
simplismente linda essa letra :)
...Ela talvez seja o rosto que não consigo esquecer
Um rastro de prazer ou de arrependimento
Talvez seja meu tesouro ou o preço que
Eu tenho de pagar
Ela
Talvez seja a música que o verão canta
O arrepio que o outono traz
Talvez seja cem coisas diferentes
No decorrer de um dia
Ela
Talvez seja a bela ou a fera
A fome ou o banquete
Talvez transforme cada dia em um paraíso ou em um inferno
Ela talvez seja o espelho de meus sonhos
O sorriso refletido em um rio
Ela talvez não seja o que parece
Dentro de sua concha
Ela
Que sempre parece tão feliz na multidão
Cujos olhos podem ser tão discretos e orgulhosos
Ninguém pode vê-los quando choram
Ela talvez seja o amor que não pode ter esperança dedurar
Talvez venha a mim das sombras do passado
Das quais me lembrarei até o dia em que eu morrer
Ela
Talvez seja a razão pela qual eu sobrevivo
O porquê de eu estar vivo
Aquela que eu protegerei nos anos bons e ruins
Eu
Eu pegarei seu riso
E suas lágrimas
E farei deles minhas recordações
Aonde ela for eu tenho de estar
O sentido da minha vida é ela
Ela, oh, ela...
...Ela talvez seja o rosto que não consigo esquecer
Um rastro de prazer ou de arrependimento
Talvez seja meu tesouro ou o preço que
Eu tenho de pagar
Ela
Talvez seja a música que o verão canta
O arrepio que o outono traz
Talvez seja cem coisas diferentes
No decorrer de um dia
Ela
Talvez seja a bela ou a fera
A fome ou o banquete
Talvez transforme cada dia em um paraíso ou em um inferno
Ela talvez seja o espelho de meus sonhos
O sorriso refletido em um rio
Ela talvez não seja o que parece
Dentro de sua concha
Ela
Que sempre parece tão feliz na multidão
Cujos olhos podem ser tão discretos e orgulhosos
Ninguém pode vê-los quando choram
Ela talvez seja o amor que não pode ter esperança dedurar
Talvez venha a mim das sombras do passado
Das quais me lembrarei até o dia em que eu morrer
Ela
Talvez seja a razão pela qual eu sobrevivo
O porquê de eu estar vivo
Aquela que eu protegerei nos anos bons e ruins
Eu
Eu pegarei seu riso
E suas lágrimas
E farei deles minhas recordações
Aonde ela for eu tenho de estar
O sentido da minha vida é ela
Ela, oh, ela...
Ilusão Hermaníaca...
“... Quem sabe quando o vento vai trazer de volta o seu pudor?
Igual àquela flor do verão que você me deixou
Será que vou me tornar de novo o vencedor?
Como no frevo dançado de um pierrot
Ou num samba a dois criado por um certo compositor
Parecendo uma canção de fim de carnaval que de ti fez-se mar
Mas, falando sério,
onde vou arranjar calma para ir te buscar?
Depois de tantas lágrimas sofridas sem ter você
E depois das primaveras me vejo como mais velho
Lembrando dos tempos que era mais moço,
desvendando teus mistérios
Mas além do que se vê ainda não foi embora esse chato querer
Acho que o pouco que sobrou dos últimos romances
Me condicionaram a te desejar só em horizontes distantes
E agora me acovardo como um cara estranho e sentimental
Deixando do lado de dentro o meu amor por você, imoral
Tenha dó, agora que és de lágrima o meu ser
Meu coração não agüenta se sentir tão sozinho,
não quer mais sofrer
Esse azedume que ficou no meu peito
Pois é morena, não quero mais ter
Ele prefere dar adeus a você
Quer virar um cara valente para ter outro alguém
Não quer fingi na hora rir e ter liberdade de seguir
Ta bom, assim que é então assim será
Vai embora esse sentimento,
me deixa arranjar um outro par
Que chegue em barco, por um pássaro,
Ou santa chuva trazida de qualquer lugar
Essa conversa já está batida
E nenhuma outra apareceu em minha vida
Esses meus andares, não sei mais aonde chegar
Não tem nenhuma descoberta, nenhum outro lugar
Quer saber? Cansei, deixa estar...”
by poeta vagabundo
Igual àquela flor do verão que você me deixou
Será que vou me tornar de novo o vencedor?
Como no frevo dançado de um pierrot
Ou num samba a dois criado por um certo compositor
Parecendo uma canção de fim de carnaval que de ti fez-se mar
Mas, falando sério,
onde vou arranjar calma para ir te buscar?
Depois de tantas lágrimas sofridas sem ter você
E depois das primaveras me vejo como mais velho
Lembrando dos tempos que era mais moço,
desvendando teus mistérios
Mas além do que se vê ainda não foi embora esse chato querer
Acho que o pouco que sobrou dos últimos romances
Me condicionaram a te desejar só em horizontes distantes
E agora me acovardo como um cara estranho e sentimental
Deixando do lado de dentro o meu amor por você, imoral
Tenha dó, agora que és de lágrima o meu ser
Meu coração não agüenta se sentir tão sozinho,
não quer mais sofrer
Esse azedume que ficou no meu peito
Pois é morena, não quero mais ter
Ele prefere dar adeus a você
Quer virar um cara valente para ter outro alguém
Não quer fingi na hora rir e ter liberdade de seguir
Ta bom, assim que é então assim será
Vai embora esse sentimento,
me deixa arranjar um outro par
Que chegue em barco, por um pássaro,
Ou santa chuva trazida de qualquer lugar
Essa conversa já está batida
E nenhuma outra apareceu em minha vida
Esses meus andares, não sei mais aonde chegar
Não tem nenhuma descoberta, nenhum outro lugar
Quer saber? Cansei, deixa estar...”
by poeta vagabundo
peleja com flor
que beleza de peleja
contigo é sempre bom ter a incerteza
de tentar te desvendar
afinal qual é a certeza
ou qual a esperteza
de se saber admirar
admirar tem todo mistério
q por isso eu n nego
de se deixar levar
e de se aproximar
sem medo de errar
quero te mostrar q aprender é viver
e viver é desafiar
e tentar se mostrar
sem tem medo de saber
deixa o porque dos quais
ou do poréns dos afins
pense sempre bem
ou n pense assim
td tem seu caso
e se der errado
é só um passo mal dado
td que é gostoso é arriscado
por isso linda flor
n tenha medo da dor
pois o q vale é o amor
e eu aqui o seu amor estou a todo a seu dispor...
by poeta vagabundo
contigo é sempre bom ter a incerteza
de tentar te desvendar
afinal qual é a certeza
ou qual a esperteza
de se saber admirar
admirar tem todo mistério
q por isso eu n nego
de se deixar levar
e de se aproximar
sem medo de errar
quero te mostrar q aprender é viver
e viver é desafiar
e tentar se mostrar
sem tem medo de saber
deixa o porque dos quais
ou do poréns dos afins
pense sempre bem
ou n pense assim
td tem seu caso
e se der errado
é só um passo mal dado
td que é gostoso é arriscado
por isso linda flor
n tenha medo da dor
pois o q vale é o amor
e eu aqui o seu amor estou a todo a seu dispor...
by poeta vagabundo
fim poético
...a poesia chega ao fim.....
...pq n tem mais adereço
pq n tem mais preço
mesmo eu revirando pelo avesso
ele n tem mais endereço
talvez nunca um apego
talvez nunca um afago
talvez nunca um erro
talvez nunca um fato consumado.
by poeta vagabundo
...pq n tem mais adereço
pq n tem mais preço
mesmo eu revirando pelo avesso
ele n tem mais endereço
talvez nunca um apego
talvez nunca um afago
talvez nunca um erro
talvez nunca um fato consumado.
by poeta vagabundo
amor é sintese
...Amor é síntese
Por favor não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu
Se ninguém resiste a uma análise profunda
Quanto mais eu
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei perfeito amor....
Mario Quintana
Por favor não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu
Se ninguém resiste a uma análise profunda
Quanto mais eu
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei perfeito amor....
Mario Quintana
apenas mais um verso
Se pra te ter eu tenho q ser poeta desisto.
Desisto de me inspirar em qualquer verso
Pois por acaso eu me disperso
E não consigo te dizer e me desespero
Que em cada rima ou verso singelo
Te amo mesmo sendo assim tão incerto
Incerto de poetizar
Incerto de não saber amar
Incerto de onde esse sentimento me levará
É, acho que não sei versificar.
by poeta vagabundo
Desisto de me inspirar em qualquer verso
Pois por acaso eu me disperso
E não consigo te dizer e me desespero
Que em cada rima ou verso singelo
Te amo mesmo sendo assim tão incerto
Incerto de poetizar
Incerto de não saber amar
Incerto de onde esse sentimento me levará
É, acho que não sei versificar.
by poeta vagabundo
Exaltação a flor...
... Parece mais uma pétala
Nos labirintos do meu jardim
Que reparo em cada detalhe dela
Em cada minúcia que vier do porvir
O aroma dessa flor me espanta
Como pode ter tanta façanha
Dessa suas andanças que me encanta
Dessa sutileza que me proclama
E desse fardo de versos que me pego a criar
Às vezes me pego dizendo palavras repetidas
Mas, me diz quais as palavras que nunca foram ditas?
Mesmo ressuscitando línguas mortas ou outras infinitas
A forma de te admirar, linda flor, até me irrita
Irrita por não saber te desvendar
Abestalhando-me só de olhar
E pareço não saber mais me inspirar
Dessa flor do pecado que não sei mais exaltar
Nem relatar o sentimento, não sei mais julgar
Então que me ajude Vinicius, Espanca e Neruda
Para tratar dessa mulher, beleza nua e crua
Que começo a lembrar em pensantes noites obscuras
Tratando-a como cor da minha pintura
Em cada imaginada moldura
Em cada verso singelo, poesia pura
Dessa flor nem tão exaltada, mas lembrada com interminável ternura...
by poeta vagabundo
Nos labirintos do meu jardim
Que reparo em cada detalhe dela
Em cada minúcia que vier do porvir
O aroma dessa flor me espanta
Como pode ter tanta façanha
Dessa suas andanças que me encanta
Dessa sutileza que me proclama
E desse fardo de versos que me pego a criar
Às vezes me pego dizendo palavras repetidas
Mas, me diz quais as palavras que nunca foram ditas?
Mesmo ressuscitando línguas mortas ou outras infinitas
A forma de te admirar, linda flor, até me irrita
Irrita por não saber te desvendar
Abestalhando-me só de olhar
E pareço não saber mais me inspirar
Dessa flor do pecado que não sei mais exaltar
Nem relatar o sentimento, não sei mais julgar
Então que me ajude Vinicius, Espanca e Neruda
Para tratar dessa mulher, beleza nua e crua
Que começo a lembrar em pensantes noites obscuras
Tratando-a como cor da minha pintura
Em cada imaginada moldura
Em cada verso singelo, poesia pura
Dessa flor nem tão exaltada, mas lembrada com interminável ternura...
by poeta vagabundo
Nas Cinzas do Meu Carnaval...
...Aquela moça morena que andava por certos arredores
Passava de um jeito tão quieto que quase ninguém a notava
Até que um dia alguém chegou sem pormenores
E a fez balançar em sua eventuosa asa
Sentiu sua boca carnuda, pele macia
E depois de tanto apego, tanta caricia
Ela procurou se distanciar e viver a sua vida
Mas o destino rasgou sua teimosia
E bateu na sua porta sem medo de melancolia
Agora este homem está aqui ao seu dispor
Nesta época festiva encarnado em um pierrot
Brincando nas ladeiras de Olinda para esquecer a dor
Mas o carnaval acabou e veio aguçar seu temor
Temor por não saber se ela o ama ou o amava
Por pensar ter perdido de vez
Em qualquer esquina do Recife antigo ele a chamava
Mesmo que alguém o avisa-se que era estupidez
Ela agora é uma mulher com o mundo a abraçar
Ele com seus velhos sentimentos, medo de errar
Não se abriu a avenida, eles não vão passar
Ela se foi , ele ficou procurando um lugar
A janela não se abriu, ela não entrou
Onde será que a cortina se fechou?
Quando as cinzas do seu carnaval se aclamavam
Ele se sentiu só, mesmo quando todos agitavam
E depois de tanta história
Depois dessa longa trajetória ilusória
Ele sabe, você ta fazendo falta...
By poeta vagabundo
Passava de um jeito tão quieto que quase ninguém a notava
Até que um dia alguém chegou sem pormenores
E a fez balançar em sua eventuosa asa
Sentiu sua boca carnuda, pele macia
E depois de tanto apego, tanta caricia
Ela procurou se distanciar e viver a sua vida
Mas o destino rasgou sua teimosia
E bateu na sua porta sem medo de melancolia
Agora este homem está aqui ao seu dispor
Nesta época festiva encarnado em um pierrot
Brincando nas ladeiras de Olinda para esquecer a dor
Mas o carnaval acabou e veio aguçar seu temor
Temor por não saber se ela o ama ou o amava
Por pensar ter perdido de vez
Em qualquer esquina do Recife antigo ele a chamava
Mesmo que alguém o avisa-se que era estupidez
Ela agora é uma mulher com o mundo a abraçar
Ele com seus velhos sentimentos, medo de errar
Não se abriu a avenida, eles não vão passar
Ela se foi , ele ficou procurando um lugar
A janela não se abriu, ela não entrou
Onde será que a cortina se fechou?
Quando as cinzas do seu carnaval se aclamavam
Ele se sentiu só, mesmo quando todos agitavam
E depois de tanta história
Depois dessa longa trajetória ilusória
Ele sabe, você ta fazendo falta...
By poeta vagabundo
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