“...Só posso definir você...
...como uma poesia
Que se perde nas curvas do irregular
Bem... É como a amizade
Nunca é linear... mesmo sendo curta
Passa por percalços tão fúteis e o pior.. até damos importância
Delibero você como um imprevisível
É a abordagem incompleta, é a frase inacabada
É de múltipla interpretação
É como a literatura.... feminista e indefinida
É o simplório do belo
Você é a metade do verso, sem fim
É um cheiro do poema de pouca palavra
É a inconstância feminina
És inspiração negligenciada
A imprecisão do vocábulo
O ateu da razão
Eis o poema, eis ti...”
segunda-feira, 12 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Gosto
“A boca.... se perde na seca da falta de outra
E se racha na ambição de um lábio que molha, rega, morde...
Não esconde a vontade de se envolver no gosto
Mira o teu paladar e se aconchega com a tua saliva
E quando prova, deslembra o escasso e se mistura com o esquecimento
Na hora do toque o que pensou, deixou de ser
Ela se perde no infinito do céu do desejo
E sabe que o sabor não acaba quando a distância corre
Ela só aumenta a fissura e procurar entender...
...que só nos teus lábios esquece-se da tristeza, da angústia e do anseio
Porque quando toco tua boca morena, ela dá um nó no tempo e me perco no imenso, interminável e indefinido prazer...”
E se racha na ambição de um lábio que molha, rega, morde...
Não esconde a vontade de se envolver no gosto
Mira o teu paladar e se aconchega com a tua saliva
E quando prova, deslembra o escasso e se mistura com o esquecimento
Na hora do toque o que pensou, deixou de ser
Ela se perde no infinito do céu do desejo
E sabe que o sabor não acaba quando a distância corre
Ela só aumenta a fissura e procurar entender...
...que só nos teus lábios esquece-se da tristeza, da angústia e do anseio
Porque quando toco tua boca morena, ela dá um nó no tempo e me perco no imenso, interminável e indefinido prazer...”
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