"Admito. Sou refém da novidade
Acabo me movendo com o imprevisto
Procuro não entendê-lo
E acabo funcionado do seu jeito
Para mim a surpresa é a realidade curta
Vira e mexe aparece uma
Não solto, me prendo e esqueço o mais do mesmo
Sempre espero que reapareça de repente e me contagie
Para me entregar ao melhor dos acasos
Mas, por favor,
Não suma por muito tempo
Não me deixe sozinho
Pois me esqueço do mesmo jeito que sou surpreendido
Fico preso ao seu carinho até chegar ao seu limite
Não vou segurar a mesmice
Deve ser só para gente, até quando a gente quiser
E te deixo solta quando não precisares mais de mim..."
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